Muito criativo! Assista no seu banheiro preferido e não esqueça de checar os bastidores no link lá de baixo.
A.C.
Muito criativo! Assista no seu banheiro preferido e não esqueça de checar os bastidores no link lá de baixo.
A.C.
Sensacional o post do não-salvo:
Certeza que eu vou fazer no banheiro da minha mãe hoje à noite!
A.C.
Pessoal, nesse fim de semestre, eu na correria com esse TCC maldito fui atrás das novas regras ortográficas pra Word. Precisava corrigir o trabalho, mas o Word teimava em dizer que “frequente” era “freqüente” e que “ideia” era “idéia”. Aí cansei, procurei e achei. Baixem mesmo que não estejam fazendo o TCC. É bom pra não confundir mais a nossa cabeça. Bora escrever direito, galera!
Baixe aqui o patch para Office 2007 com a nova ortografia.
Amanda Camillo
Realmente a gente vai ficando velho e esquece de várias experiências que viveu. E eu me culpei muito por ter esquecido desta. Fui lembrar quando recebi um e-mail de um colega do trabalho citando várias coisas de infância da nossa geração. O e-mail mencionava os Cavaleiros do Zodíaco, o chocolate da Turma da Mônica (aquele com o personagem de chocolate branco no meio do chocolate ao leite), entre outras coisas que é claro que eu já esqueci mas não deste: o Caderno de Perguntas da Escola!
A gente pegava um cadernão de umas 200 folhas, fazia uma pergunta tosca (Que cor você mais gosta?) ou constrangedora (Qual garota(o) da sala você acha mais bonita(o)?) na primeira linha de cada página e nas lihas seguintes colocava a numeração. A primeira pergunta sempre era “Qual o seu nome”, aí a pessoa era identificada com aquele número nas outras questões. Rolava também canetas coloridas. Cara…! Embasbaquei quando lembrei disso. Era uma maravilha! Dava pra descobrir os segredos das pessoas!
Um caderno desses ía dar uma boa duma Leitura Privada! Quem tiver algum pra emprestar, tô querendo.
Ah! Acabo de fazer a relação: já temos o Caderno de Perguntas da nova geração, o Formspring! Vai ter que rolar uma Privada Virtual, nesse caso.
Filme relacionado:
Outra coisa que me despertou uma put# duma saudade da escola. Assistam, é lindo!
Amanda Camillo
“Eu vou querer com menas cobertura.”
Foi lendo o jornal Primeira Mão ontem que eu soube da Exposição “Menas” que vai rolar no Museu da Língua Portuguesa a partir da próxima terça. O título da mostra é “Menas, o Certo do Errado, o Errado do Certo” e defende que se alguém usou uma palavra, ela existe. E realmente as pessoas falam por aí “menas coisas, menas gente, menas chuva” achando que esse advérbio é variável pra feminino, mas não é. A exposição é interativa e banners com palavras erradas vão trazer a dúvida aos visitantes. Parece bem interessante, pretendo ir! O Museu da Língua Portuguesa fica na praça da Luz, sem número, na estação da Luz. Ingressos por 6 pilas, mas de sábado é “de grátis”.
O vídeo (é aleatório, achei no youtube) é fraco de produção, mas é essa a ideia.
Amanda Camillo
Boa Noite, Blogados!
Quero informar que o Leitura está de férias, mas vai voltar! E vai voltar melhor e com muitas novidades. Fique atento!

Post by Amanda Camillo
Esta semana, a caminho do aeroporto, notei uma garrafa gigante com um carro dentro ao lado da rodovia.. fiquei me perguntando what a hell was that.

Fui atrás e descobri que se trata da campanha de 1 ano da Lei Seca. A campanha Não deixe a bebida mudar o seu destino, criada pela DM9 será veiculada pelo Ministério da Justiça em parceira com a Polícia Rodoviária Federal e o Ministério da Saúde, alertando às pessoas sobre o perigo de dirigir sob efeito do álcool.
Os destaques são as instalações em tamanho real que mostram carros batidos dentro de imensas garrafas de bebida. As peças ficarão expostas à margem das rodovias de grande movimento de quatro cidades – São Paulo, Belo Horizonte , Florianópolis e Brasília. A campanha terá ainda guinchos que servirão como mídia volante ao transportar carros batidos, com a placa “Beber é uma viagem? Talvez a última”.

Achei bacana o governo querer dar continuidade à coisa.
Post by Simone Cerdeira
O historiador amerciano Timothy W. Rybach resolveu publicar um livro sobre as obras influenciadoras de Adolf Hitler. E elas não são poucas. A biblioteca do ditador nazista tinha mais de 16 mil títulos.
Lí por aí que ele lia compulsivamente, não por prazer, mas sim para compensar o fato de ter parado de estudar aos 15 anos. Em suas estantes conviviam, sem critério, obras de filósofos como Nietzsche e Schopenhauer e tratados antissemitas; livros de arte e volumes de literatura barata; histórias de guerra e teorias do ocultismo.

De qualquer maneira, a quem se interessar, A Biblioteca Esquecida de Hitler – Os livros que moldaram sua vida retrata o “programa de autoaperfeiçoamento” ( e talvez toda a paranóia ) do maior genocida do século XX. Vai saber se ele também lia no banheiro.. Que medo!
Post by Simone Cerdeira
Hoje no Post do Blogado, temos a idéia da leitora Evelyn Paiola..
Dêêm uma olhada… vocês usariam este banheiro? Por fora, ele é assim…

Mas por dentro…parece uma caixa de vidro transparente..! Dá a impressão de que todos lá fora podem ver quem está ali sentadinho…

Eu não conseguiria!
Post by Simone Cerdeira